Origem da expressão “pensando na morte da bezerra”

Usada geralmente para se referir a alguém passivo, que só sabe se lamentar, distraído ou excessivamente introspectivo, a expressão “pensando na morte da bezerra” pode ter surgido a partir das antigas tradições hebraicas religiosas. Como forma de redenção dos pecados, os bezerros costumavam ser sacrificados para Deus em tal cultura.

A história popular conta que o rei Absalão tinha um filho que possuía grande apego por uma bezerra. Quando o animal foi sacrificado sob ordens do rei, o jovem passou vários dias se lamentando e pensando em sua morte e, por fim, acabou falecendo também.

Origem da expressão “fazer vaquinha”

Usada para representar a ação de juntar dinheiro de várias pessoas, a expressão “fazer vaquinha” pode ter surgido a partir da relação entre o futebol e o jogo do bicho, por volta da década de 1930.
Nessa época, a vida dos jogadores de futebol era muito menos luxuosa do que hoje em dia. Inclusive, muitos deles nem recebiam salário, cabendo aos fãs arrecadarem um prêmio em dinheiro para ser compartilhado entre os atletas. Os valores das recompensas passaram a ser relacionados com o jogo do bicho, para facilitar o trabalho. O prêmio máximo era de 25 mil réis, cujo número era representado pela vaca no jogo do bicho. Então, sempre que o objetivo era arrecadar o máximo de dinheiro possível, os termos como “vamos fazer uma vaca” ou “fazer vaquinha” apareceram.

“Nada a ver” ou “nada haver”

Tanto a expressão “nada a ver” quanto a “nada haver” existem na língua portuguesa e estão corretas. Nada a ver, indica que algo não diz respeito, não corresponde ou não está relacionado. Nada haver é forma negativa da expressão “ter a haver”. Quando usada, seu significado mais comum é de não ter quantias monetárias para serem recebidas, não ter nada a reaver, receber. Veja os exemplos abaixo:
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“Bastante” ou “bastantes”

O uso das palavras “bastante” e “bastante” estão corretos e existem na língua portuguesa. Contudo, a função que cada uma delas assumem numa frase interfere em seu uso. Vejamos quais e como são essas situações.
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“Espectador” ou “expectador”

Quem acha que existe uma forma correta quando tratamos da grafia das palavras “espectador” e “expectador”. As duas formas existem e possuem significados distintos, apesar de suas pronúncias e escritas serem parecidas, as tornando palavras homônimas. Por causa disso, pequenos erros são cometidos pelas pessoas na hora de encaixar uma dessas palavras em uma frase. Veja abaixo a diferença entre elas.
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“A dentro” ou “adentro”

Presentes na língua portuguesa, tanto as palavras “a dentro” como a palavra “adentro” estão corretas. Mas essas palavras precisam ser usadas em momentos diferente, pois os seus significados não são iguais. Adentro significa estar em direção a alguma coisa ou algo. E uma relação com a expressão de fora, ou seja, de fora a dentro é o que a palavra a dentro impõe. Leia mais

“À toa” ou “à-toa”

Antes do Novo Acordo Ortográfico entrar em vigor, as duas formas estavam corretas. Com o acordo, diversos gramáticos e dicionários passaram a discordar quanto à manutenção ou eliminação do hífen em ‘à-toa’.

A forma com hífen continua registrada em vários dicionários, no entanto não tem o reconhecimento da Academia Brasileira de Letras, que certifica que ‘à toa’ (sem o hífen) é simultaneamente um adjetivo e um advérbio. Portanto, podemos julgar que ‘à toa’ (sem o hífen) é a forma correta.

Quanto ao uso da crase, embora muitos autores renomados dispensem o acento, sendo corretas as formas ‘a toa/a- toa’, o recomendado é sempre empregar a crase nessas locuções.

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“Emular” e “imolar”

As palavras “emular” e “imolar” estão corretas e existem de acordo com a norma culta da língua portuguesa. No entanto, apesar de serem escritas e pronunciadas de forma semelhante, os vocábulos possuem significados diferentes – a este tipo de ocorrência chamamos de palavras parônimas.

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O que são verbos defectivos?

Os verbos defectivos são todos aqueles que, em sua conjugação, não apresentam todos os modos, tempos e pessoas – como acontece com os verbos reaver, colorir, demolir, etc. Podem ser conjugados apenas nas formas cuja vogal tônica continua fora do radical e não devem ser confundidos com os verbos unipessoais e os impessoais, que são usados apenas nas terceiras pessoas. Não existem razões morfológicas (estruturais) para a defectividade (defeituoso, que falta alguma coisa) de um verbo; ela acontece em razão do uso e da norma vigentes em determinados momentos da história da língua. A maioria dos verbos defectivos são encontrados na 3ª conjugação (quando o infinitivo termina em -ir).

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Uso da vírgula em orações coordenadas

Dentre os elementos intrínsecos aos temas pertencentes à Gramática, figura-se a utilização da vírgula que, seguramente, se perfaz de uma representativa relevância. Diante de tal suposição, torna-se essencial que conheçamos suas propriedades.

Assim como acontece no período formado por subordinação, o uso da vírgula também ocorre no período formado por coordenação – quando as orações são independentes entre si, ou seja, não apresentam nenhuma dependência sintática entre os termos.

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